segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Livraria AMEI - ASSOCIAÇÃO MARANHENSE DE ESCRITORES INDEPENDENTES - NA 12ª FEIRA DO LIVRO DE SÃO LUÍS (2018)

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A 12ª Feira do Livro de São Luís (12ª FELIS), que aconteceu no Multicenter Sebrae, foi um sucesso e isso ficou evidente na interação do público, diversificado em faixa etária, profissão, personalidade e outros aspectos. A Livraria AMEI participou do evento com um belo stand, que disponibilizou uma ampla oferta de obras de autores maranhenses. Os membros associados trabalharam como voluntários na 12ª FELIS e enriqueceram a Feira com simpatia, profissionalismo e dedicação. A AMEI, nesse sentido, agradece aos voluntários o empenho, pois, a partir dessa cultural ajuda, pudemos atuar, mais uma vez, unindo os maranhenses nas artes e nos livros. Obrigado a todos!

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

I Encontro Maranhense de Arte, Educação, Cultura e Identidade

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I Encontro Maranhense de Arte, Educação, Cultura e Identidade.
Pós-Modernidade, mídias digitais e processos criativos.
Data: 17 de Novembro de 2018.
Hora: 13h - 19h.
Local: Livraria e Espaço Cultural AMEI (Associação Maranhense de Escritores Independentes), no São Luís Shopping
Site: https://www.facebook.com/events/2172672516138644/

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Lançamento do livro: Português Essencial para concursos

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A Associação Maranhense de Escritores Independentes AMEI e o autor Elson Gomes convidam para o lançamento do livro: Português Essencial para concursos

Data: 9 de novembro de 2018
Hora: 19h - 22h 
Local: Livraria e Espaço Cultural AMEI, no São Luís Shopping

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Livraria e Espaço Cultural AMEI - Associação Maranhense de Escritores Independentes


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O Brasil foi e ainda é berço de um enorme e seleto grupo de escritores e intelectuais que fez a literatura nacional se tornar conhecida mundo a fora. Desde o começo da produção literária nacional - mais precisamente no século XIX com a independência do país em relação à Portugal e com o surgimento do Romantismo, tem-se visto diversos escritores de grande qualidade que contribuíram com o processo de identidade brasileiro a fim de construir uma nação com características que lhe definissem com brasileiros.
Da era do Romantismo até os dias atuais, percebeu-se a enorme amálgama de escritores que trabalharam para contribuir com a elaboração de uma literatura que desse voz e cara ao povo brasileiro. Para esse objetivo, a Literatura Brasileira somente ganhou força e poder a partir do Romantismo em meados do século XIX, tendo grande personalidade no Maranhão ao se destacar questões sobre as necessidades que havia em território brasileiro, no entanto por meio de um olhar puramente romântico. Com o propósito de ajudar a manter o codinome de Atenas Brasileira, criou-se em 2016 a AMEI - Associação Maranhense de Escritores Independentes - a qual ganhou uma Livraria e Espaço Cultural em 2017.

"A AMEI surgiu da vontade de vários escritores independentes, de entre os 102 escritores maranhenses que se fizeram presentes, em maio de 2016, na 1ª FLAEMA (Feira do Livro do Autor e Editor Maranhense), de não deixar se diluir o espírito com o qual a FLAEMA tinha surgido como um marco de resgate e renovo da Atenas Brasileira, sendo necessário se criar um instrumento permanente através do qual os escritores maranhenses independentes pudessem voltar a ter vez e voz no meio cultural maranhense".

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Com o objetivo de incentivar cada vez mais a literatura maranhense, a AMEI - sob os cuidados de José Viegas, Cléo Rolim e Megan Shakti - foi ganhando adeptos cada vez mais fortes para dar mais força e ajuda a fim de dar voz e vez à aqueles que pouco espaço tem. Assim, aos poucos a AMEI foi crescendo e hoje conta com outros espaços além do que já foi dado a literatura: AMAP - Associação Maranhense de Artistas Plásticos -, AMAC - Associação Maranhense de Artes Cênicas -, AMDI - Associação Maranhense de Dança do Império.
Localizada no Shopping São Luís, a AMEI dá espaço a população maranhense, que abraçou fortemente a ideia deste projeto, ao ceder espaço como sócio a todos que façam ou não trabalhos culturais (literatura, música, artes plásticas, artes cênicas) com a intenção de cultivar cada vez mais a cultura maranhense deixando-a cada vez melhor para as futuras gerações.


Site: https://www.ameimais.org/

Presidente da AMEI: José Viegas

Vice-Presidente: Jucey Santana

1ª Secretária: Cleo Rolim

2º Secretário: Iramir Araújo

1ª Tesoureira: Rayoline Amorim

2º Tesoureiro: Antônio Guimarães 


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Exposição: À flor da pele por Janete Nakatani

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EXPOSIÇÃO: À FLOR DA PELE E MOSTRA DE POEMAS PICTÓRICOS POR JANETE NAKATANI.
À Flor da Pele é um convite à reflexão, um apelo à escuta, ao cuidado, a solidariedade e ao amor.
Oportunamente é em outubro, o mês rosa. “Outubro Rosa”, que representa o mês do combate contra o câncer de mana. E nesse sentimento a artista plástica Janete Nakatani, aflora o desejo de falar, compartilhar, mobilizar pessoas para ajudar as mulheres. Em seus traços tenta sensibilizar as pessoas e ampliar o número de mulheres com esse mesmo sentimento de amor a si mesmo.
A exposição ficará aberta ao público do período de 14 a 28 de outubro, na Livraria e Espaço Cultural AMEI, no São Luís shopping. Das 10h às 22h. 

Para cada tela adquirida, 25% do seu valor será revertido para a Fundação Antonio Dino (Hospital Aldenora Belo), para aquisição de novas próteses de mama. 
A artista plástica Janete Nakatani dedica a exposição a todas as mulheres que se mantêm íntegras apesar da dor e fragilidade de seus corpos.
Abertura: dia 14 de outubro, às 17h
ENTRADA FRANCA.
Período da Exposição: 14 a 28 de outubro de 2018
Horário de visitação: 10h – 22h
Local: Livraria e Espaço Cultural AMEI, no São Luís Shopping.


Um pouco mais sobre a exposição:
"A Flor da pele".

A ideia surgiu durante o desenvolvimento de um outro projeto, mas tudo tem um núcleo comum: ser mulher.

Frequento uma escola de pintura na Morada das artes, onde os alunos pintam sentados em cadeiras escolares e fazem do braço da cadeira uma paleta, ao final de cada aula, em muitas cadeiras ficam restos de tinta que se perdem, algumas vezes, muitas cores em grande quantidade, meu pensamento de mãe, mulher, artesã, enfermeira que tem como filosofia os 3 R, renovar, reinventar, reciclar, se incomodou demais com isto e iniciei uma série de pequenos trabalhos, rápidos, intuitivos, com as tintas que restavam em cada aula.Via de regra, a motivação era pintar o que viesse com as cores que tivesse, confesso que foi quase assim, emprestei aqui e acolá uma pinceladinha de cor, quando a paleta estava muito pobre, mas os trabalhos são 95% fiéis a intenção, o acrescentado foi por solidariedade dos amigos.

Após o quarto trabalho, recebi de presente uma tela abandonada há mais de 5 anos para ser aproveitada, na tela se via uma paisagem, iniciei meu trabalho e decidi não cobrir completamente a pintura que lá se encontrava, era a historia da tela, uma memória de uma imagem que alguém, um dia considerou bela e desejou pintar, quando vi o resultado, o titulo da mostra me surgiu, à flor da pele.
Porque pintei intuitivamente só mulheres, porque as pintei expressando uma gama de sentimentos, porque a mostra acontece em outubro e outubro é rosa para mim que sou enfermeira, outubro é rosa para mim que tenho amigas que enfrentaram e enfrentam o cancer, e porque esta sensação está em meus poros agora, quero falar, mostrar, fazer algo que ajude, a todas nós mulheres, que já tivemos, temos ou poderemos vir a ter um câncer.(Janete Nakatani).

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Palestra: BEBIA MAIS QUE UM GAMBÁ.- sobre a doença de LIMA BARRETO

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Palestra: BEBIA MAIS QUE UM GAMBÁ.- sobre a doença de LIMA BARRETO e de sua relação com a obra.
Palestrante Anax de Lima. 
Data: 24 de outubro de 2018 
Hora: 19h - 21h 
Local: Livraria e Espaço Cultural AMEI, no São Luís Shopping.

Site: 
https://www.facebook.com/events/311013643027627/
https://www.ameimais.org/

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Entrevista com o escritor Diogo Rufatto


1.   Fale um pouco sobre você. Quais são seus projetos já lançados e quais os próximos lançamentos?

Meu nome completo é Diogo da Costa Rufatto, nasci em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, no dia 16 de outubro de 1989, ano da queda do muro de Berlim. Gosto de ressaltar essa informação porque ainda nasci num mundo dividido, mas logo depois a barreira caiu. Penso que o ofício de escritor pode ser uma marreta dessas que derrubam muros, o que está se mostrando cada vez mais importante na atualidade. Sou graduado em Letras pela Universidade de Passo Fundo e pós-graduado em Tradução do Inglês pela Universidade Estácio de Sá. Moro em Belo Horizonte, Minas Gerais, desde 2011 e trabalho como revisor de textos, tradutor e intérprete.
Lancei dois livretos de poesia pela Impressões de Minas Editora/Selo Leme: Do pó (2016) e sua sátira, Do pau (2017). Também lancei um livro de contos chamado O livro fúcsia – da linguagem tripartida (2017) pela Editora Urutau. Não tenho nenhum lançamento programado, mas já tenho algumas coisas prontas, como um livro infantil em processo de ilustração e um livro de poesia que enviei para concurso.


2.    Em que hora do dia você sente que trabalha melhor? Você tem algum ritual de preparação para a escrita?
Como eu trabalho como freelancer e com a escrita o tempo inteiro, não tenho hora nem dia para me dedicar aos meus projetos autorais. Acaba sendo quando sobre tempo ou quando a necessidade de escrever é mais forte que a de ganhar dinheiro.
Gosto muito de escrever no fim da noite/início da madrugada, quando parece que a vida silencia e eu sei que o celular não vai apitar nem vou receber nenhum email com algum projeto urgente. O problema é que às vezes a cabeça fica tão agitada que durmo mal e fico bastante cansado no outro dia.

3.    Você escreve um pouco todos os dias ou em períodos concentrados? Você tem uma meta de escrita diária?
Como disse na pergunta anterior, escrevo todos os dias no sentido de que trabalho com a escrita, mas dos outros. A minha escrita, autoral, não tem método nem rigor. Não tenho metas de escrita diárias. A única meta de escrita que me impus até agora foi de páginas de um livro em que estou trabalhando.

4.  Como é o seu processo de escrita? Uma vez que você compilou notas suficientes, é difícil começar? Como você se move da pesquisa para a escrita?
Meu processo é muito mental. Fico pensando no texto durante dias, semanas, até meses sem tomar nenhuma nota. De repente, a coisa começa a jorrar no teclado. Quase nunca escrevo à mão, uma das coisas que me move é o som que os dedos provocam nas teclas. Mas é esse processo constantemente interrompido. Às vezes escrevo páginas e páginas em um ou dois dias, às vezes fico vários dias sem escrever nada. Acho que minha escrita é bastante intuitiva. Inclusive, meus textos demoram a ficar prontos. Sempre interrompo por um tempo, deixo de molho, passo para outro, depois volto, retomo, reescrevo. Demorei 7 anos para terminar de escrever um livro com 3 contos.

5.    De onde vêm suas ideias? Há um conjunto de hábitos que você cultiva para se manter criativo?
Não sei de onde minhas ideias vêm, acho que do que me alimento, ou seja, das narrativas que me atravessam todos os dias. Pode ser pelos livros que leio, pelas séries e filmes a que assisto ou por alguma coisa que me aconteceu no dia, algo que alguém me falou, algo que vi, que escutei no ônibus, na padaria, coisas assim. Não tenho nenhum conjunto de hábitos para me manter criativo.

6.    O que você acha que mudou no seu processo de escrita ao longo dos anos? O que você diria a si mesmo se pudesse voltar aos seus primeiros escritos?
Mudou o medo. Os primeiros textos eram muito difíceis no sentido de eu não aceitar muito bem que aquilo que eu estava fazendo era literatura e que alguém poderia querer ler. Hoje eu já escrevo pensando que alguém vai ler. Algo que eu diria para o Diogo dos primeiros escritos é escreva, você pode.

7.    Você precisa de um ambiente em particular para escrever?
Gosto de estar sozinho e de escrever no computador, com um teclado que me permita agilidade. Mas não é uma regra. Quando estou na rua e tenho uma ideia, mando para mim mesmo por email pelo celular ou anoto em algum papel, se tiver.

8.    Algum autor influenciou você mais do que outros? Quem são seus escritores favoritos?
Sem sombra de dúvidas a autora que mais me influenciou foi Hilda Hilst. O livro fúcsia é uma homenagem minha à forma como os escritos dela me atravessaram. O projeto que mencionei acima é uma reação minha aos textos de João Gilberto Noll.

9.    Que conselhos você daria a um jovem escritor?
O único possível: escreva. E acrescento: mostre seus textos para alguém que possa criticá-los. Não no sentido de falar mal, no sentido de fazer uma leitura crítica. Por isso não vale mãe, pai, irmão, amigo, etc. Mostre para alguém capacitado a fazer uma leitura e apontar as falhas, pois é assim que um escritor cresce. E participe de oficinas. Eu participo de um ateliê de escrita semanal, um projeto chamado Estratégias Narrativas, as trocas são magníficas!

10.  Que projeto profissional e literário você gostaria de fazer, mas ainda não começou? 
São dois já timidamente começados. O primeiro é escrever para teatro e o segundo é oferecer uma oficina de escrita criativa.

11.  Se você não fosse um escritor e pudesse escolher qualquer emprego, profissão ou carreira, o que você faria e por quê?
Não sei. Tenho formação para ser professor, mas acabei ficando sempre no viés do trabalho com o texto ou com a língua. Talvez eu fosse um bom bibliotecário, sei lá!

12.  Deixe aqui seus contatos.
Posso ser encontrado no Facebook, Instagram, Twitter, este eu não uso já faz muito tempo...
Seguem links para uma entrevista comigo e uma amiga:

e para os livros: